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Agregar valor também faz parte da jornada empreendedora

Existem empreendedores que têm uma ideia equivocada do que é agregar valor e, também, os que desconhecem como fazê-lo. Então, acompanhe a leitura e entenda mais sobre o assunto!

O mercado está cada vez mais competitivo e os empreendimentos precisam evoluir constantemente mostrando cada vez mais o seu valor. Seja pela qualidade dos produtos oferecidos ou pela forma de comunicação com os clientes, é necessário agregar valor ao que é ofertado.

Para que os consumidores optem pelos serviços ou produtos do seu empreendimento, é importante se posicionar de maneira diferenciada no mercado, resultando na fidelização do público alvo, alavancando as vendas e garantindo que o negócio cresça de maneira sustentável.

Existem empreendedores que têm uma ideia equivocada do que é agregar valor e, também, os que desconhecem como fazê-lo. Portanto, leitor, preparamos esse artigo para colocá-lo por dessa prática essencial aos negócios que buscam seu tão sonhado espaço no mercado de trabalho. Ficou interessado? Confira no nosso post!

Agregando valor ao seu empreendimento

O primeiro ponto é: agregar valor não se resume a diluir custos, alcançar novos mercados, adquirir novas empresas ou priorizar planos de investimentos. Antes de tudo é preciso prestar atenção em algumas atitudes diárias.

É importante surpreender seu cliente positivamente, então busque por primazia e não se limite em entregar somente o combinado. Tenha em mente que o crescimento de qualquer organização anda lado a lado com o nível de satisfação de seus consumidores.

Feedbacks são válidos sempre! Avalie seus colaboradores, fornecedores e ouça o que seu público tem a dizer. Esteja atento as tendências e necessidades do mercado, bem como aberto para adequar os processos de seu empreendimento, prezando sempre pelo diferencial do produto e do atendimento.

Um bom relacionamento com seus consumidores é essencial para fortalecer laços aumentando as chances de negociações bem-sucedidas. Zele por ele, não deixe de retornar as ligações não atendidas e esteja de olho no seu e-mail!

O cliente tem o poder de fazer o marketing boca a boca, então cumpra os prazos combinados e saiba que não entregar seus produtos ou prestar não seus serviços nos prazos estabelecidos gera insatisfação, deteriora a relação com seus leads e impacta negativamente na marca.

Empresas são o reflexo de seus gestores e colaboradores: chegar atrasado em uma reunião sugere desinteresse, despreparo e falta de profissionalismo, portanto evite esse tipo de situação constrangedora e tenha uma postura alinhada ao que é esperado de você.

Se algo não der certo, reconheça. Responsabilizar terceiros gera enorme insatisfação, e, de maneira geral, quando empreendedor reconhece seus erros e trabalha para que sejam sanados, seu público alvo tende a ser compreensível.

O empreendedor que busca as melhores estratégias e a diferenciação agrega valor ao empreendimento de forma fundamentada. Acrescentar inovações, destacar qualidades ou diferenciais dos produtos ou serviços que o empreendimento oferece o torna distinto da concorrência. É também uma forma muito eficiente de chamar a atenção do consumidor através de conceitos claros.

Apresentando o valor agregado aos seus consumidores

  • valor psicológico: são as características e vantagens intocáveis do produto;
  • valor funcional: é o valor que vai incorporar particularidades práticas ao cliente;
  • valor econômico: é o valor que relaciona preço e quantidade.

É preciso esclarecer que além da inovação, do valor acessível e da qualidade, o produto oferecido precisa atender completamente as necessidades do consumidor.  Dessa maneira ficará mais fácil conquistar preferência dele na decisão da compra.

É importante deixar claro para o cliente que os seus produtos ou serviços são melhores do que os mesmos oferecidos pelos concorrentes. Dessa maneira, ele perceberá o seu valor no produto ofertado, havendo maior possibilidade dele o escolher.

Fonte: https://saiadolugar.com.br

Queremos ajudar você a agregar valor a sua empresa, marque uma reunião conosco para orientações de abrir ou até mesmo migrar empresa. Nossa contabilidade conta com profissionais que estão aptos para atender sua empresa.

Conheça os maiores impactos da transformação digital

 

Ainda não conhece ou não está convencido da importância e dos impactos da transformação digital no seu negócio? Então, acompanhe neste post!

A tecnologia contribuiu para grandes avanços sociais e é uma realidade que veio para ficar, mas seus benefícios não atingiram somente a vida pessoal. Os impactos da transformação digital no ambiente empresarial também fizeram com que as empresas precisassem se adequar a esse novo jeito de produzir, lidar com seus consumidores e posicionar no mercado.

Não foi uma alteração de um dia para o outro, contudo o segmento tecnológico caminhou a passos largos e dificilmente se consegue empreender dissociado de tais recursos.

Ainda não conhece ou não está convencido da importância e dos impactos da transformação digital no seu negócio? Então, acompanhe neste post as repercussões que farão você mudar de ideia.

Afinal, o que é a transformação digital?

Chamamos de transformação digital, o processo de otimização de uma estrutura organizacional por meio de ferramentas tecnológicas. Isso se traduz na adoção dos recursos disponíveis no mercado para potencializar todo o processo de produção de uma empresa.

Mais do que incorporar novas tecnologias em setores específicos, a transformação digital representa uma mudança de abordagem e engloba todas as etapas da atuação empresarial, desde a gestão da matéria-prima, até o relacionamento com os clientes.

No referido sistema, o que está em jogo é a importância desses instrumentos para uma gestão bem-sucedida, especialmente em um mercado tão competitivo, onde não basta oferecer produtos ou serviços de qualidade, é preciso trabalhar com:

  • velocidade;
  • eficiência;
  • aproveitamento máximo dos recursos;
  • atendimento diferenciado aos clientes, dentre outros.

Por que ela é uma tendência no nosso mercado?

Vivemos um período em que o acesso às informações foi extremamente facilitado e democratizado. Hoje, grande parte da população tem um smartphone ou outro dispositivo com conexão a internet.

Toda essa modernidade resultou no rompimento das barreiras físicas, os consumidores estão a um clique de adquirir o item desejado, ou já tomaram sua decisão antes mesmo de fazer contato com a empresa.

Então, diante de tais transformações, o cenário que os empreendedores se deparam com clientes muito bem informados e cada vez mais exigentes, que não estão em busca apenas de qualidade no produto ou serviço, mas também de comodidade e uma experiência única.

Assim, para se manterem competitivas no mercado, as organizações precisaram encontrar novos modelos de negócios que trouxessem o impacto de agilidade e eficiência tão esperados.

É sob essa perspectiva que a aplicação transformação digital vem crescendo e ganhando destaque a cada dia.

Quais os impactos da transformação digital para as estratégias de um negócio?

Aumento das receitas

Ao empregar qualquer tipo de mudança na estrutura de um negócio, uma das finalidades será sempre o aumento das receitas e com as tecnologias esse crescimento não diz respeito apenas ao volume de vendas.

O intuito da digitalização dos processos é justamente simplificá-los para obter maior produtividade. Na prática um dos impactos da transformação digital é ampliar o alcance das ações executadas na rotina corporativa, ou seja, conseguir alinhar o aumento de todas as potencialidades com a redução de custos.

Motivação dos colaboradores

A transformação digital é sinônimo automação dos procedimentos operacionais, as máquinas são encarregadas dos serviços repetitivos e mecanizados que não exigem esforço intelectual dos trabalhadores.

Logo, a partir do momento em que essa nova metodologia é implementada, o emprego de uma mão de obra mais qualificada se faz essencial, sendo um dos impactos da transformação digital.

O que acontecia muitas vezes, é que por falta de melhores alternativas, pessoas com certas habilidades acabavam se sujeitando a um tipo de trabalho no qual não se sentiam valorizadas, e isso reflete no nível de satisfação.

Com a realidade da era digital, que tem se mostrado imprescindível a qualquer modelo de negócio, independente do segmento de atuação ou do tamanho do empreendimento, é exigido colaboradores com talento para:

  •  tomar decisões;
  • agir sem precisar de ordens;
  • corresponder às tarefas que lhes são delegadas;
  • comportar-se de maneira que favoreça a harmonia do ambiente de trabalho.

Por esse motivo, a implementação bem-sucedida das estratégias digitais está condicionada a realização de treinamentos periódicos, maior critério na seleção dos profissionais e uma política eficiente para atrair e reter grandes talentos.

Melhor comunicação interna

Para que o andamento das atividades funcionem bem, é indispensável que todos os setores estejam integrados. Por exemplo, a linha de produção não poderia trabalhar a todo vapor, enquanto o estoque permanece repleto de mercadorias.

Portanto, dentre os benefícios gerados pelas ferramentas tecnológicas, a agilidade na comunicação interna é uma peça chave para elevar o desempenho do seu negócio.

O diálogo entre as repartições exprime uma das melhores maneiras de engajar os funcionários ao espírito de equipe. E, com o auxílio dos softwares, a cultura organizacional, bem como as suas respectivas metas são amplamente divulgadas, tornando os processos mais conscientes e eficazes.

Nesse contexto, fica mais fácil para o departamento de gestão, que precisa manter um controle sobre absolutamente tudo, tomar decisões que representem excelentes oportunidades, pois todos dados necessários estarão rapidamente a seu alcance.

Ademais, a transformação digital contribui com uma administração transparente, que sirva de inspiração para todos os colaboradores.

Engajamento com o público

Na disputa pelo mercado, os métodos de abordagem com consumidores também passaram por readaptações. Com o objetivo de se destacar perante os adversários, os empreendedores têm maior preocupação em agregar valor ao seu público-alvo.

Nesse sentido, as estratégias de marketing hoje não apresentam como finalidade atingir o maior número de pessoas possível, mas sim pessoas certas. Para isso acontecer, é feita uma segmentação de público detalhada:

  • qual a faixa etária dos potenciais compradores;
  • qual a ocupação que eles exercem;
  • se são do gênero masculino ou feminino;
  • que tipo de solução eles buscam;
  • quais as plataformas digitais eles utilizam;
  • atividades no ambiente virtual;
  • se residem em uma localidade específica, dentre outras características.

Assim, as campanhas de marketing são direcionadas apenas para aqueles que se encaixem ao perfil, ou seja, que realmente tenham potencial para se tornar um cliente.

Os investimentos devem estar voltados ao desenvolvimento de conteúdos relevantes e que chamem a atenção dos leads de forma menos invasiva.

Se o público está cada dia mais presente nas mídias digitais, a empresa que deseja estreitar os vínculos e engajar seus clientes necessita de aproveitar-se da tecnologia para construir uma presença online forte.

Ampliação do modelo de negócio

A transformação digital tem o poder de oferecer inovações que aumentarão o leque de oportunidades de atuação da empresa. A exemplo disso temos o comércio eletrônico, ou e-commerce, como também é conhecida a atividade de vendas pela internet.

Antes dessa possibilidade, os negócios existiam apenas nos ambientes físicos, o que limitava bastante a carteira de clientes. Mas a tecnologia rompeu com essas barreiras, e agora os empreendedores podem contar com a alternativa de adotar o modelo de venda virtual, seja no próprio site corporativo ou no dos seus parceiros.

Há também uma expansão do modelo de empresas que fornecem soluções aos processos de outras empresas, como as SaaS, que desenvolvem softwares para serem usados sem a necessidade de instalação nos equipamentos da contratante.

Competitividade com empresas maiores

Os empreendimentos de menor porte sempre esbarraram na dificuldade de menor aporte financeiro para manterem-se no mesmo nível de competitividade das maiores.

Entretanto, a transformação digital vem mudando este cenário. Agregar a tecnologia à rotina empresarial nem sempre requer investimentos vultuosos, e esse fator em muito beneficiou o os pequenos e médios empreendedores sendo um reflexo dos impactos da transformação digital.

É o caso do marketing digital, as campanhas de divulgação são totalmente moldáveis ao perfil de cada negócio, e igualmente trazem resultados positivos.

O segredo para o sucesso está no planejamento e na escolha dos instrumentos adequados — não adianta querer usar tudo que estiver ao seu alcance, porque o que é positivo para os outros nem sempre será o mais vantajoso para a sua empresa.

Como garantir transformação digital bem-sucedida?

Esteja atento às tendências futuras

O empreendedor nato não espera que o mercado não acolha mais o seu modo de trabalho para pensar nas mudanças. Além do mais, sempre haverá concorrentes produzindo itens semelhantes, as exigências dos clientes estão em constante modificação.

Isto posto, para não correr o risco de fracassar, é fundamental ter uma visão ampla para caminhar por novos rumos, antes que a falência do sistema atual aconteça.

Efetue a transformação com firmeza de liderança

Um líder deve ser exemplo de força e determinação para os seus comandados, e isso vai além de saber dar ordens. É ele quem planeja, estrutura e coloca em prática as ações que manterão o negócio em crescimento e com resultados positivos.

Enfim, quem está na liderança é o responsável pelas decisões e as consequências que delas virão. Em razão disso, qualquer inovação que venha a ser agregada a estrutura do empreendimento deve ser comandada por quem está no nível hierarquicamente superior.

Os impactos da transformação digital vão muito além das facilidades que as tecnologias podem proporcionar e simbolizam um modo diferenciado para atuar no mundo empresarial; focado em mudanças conscientes e direcionadas a um resultado satisfatório a todos os envolvidos na relação de consumo.

Fonte: https://saiadolugar.com.br

Qual o perfil do empreendedor brasileiro?


Os brasileiros são empreendedores e esse é um fato incontestável que diversas pesquisas nos comprovam. O artigo retrata qual é esse perfil e outros dados de uma pesquisa muito conceituada no Brasil e no Mundo.

O brasileiro é um povo empreendedor! Você acredita nessa afirmação? Quais são os dados e fatos que comprovam isso? Segundo o sumário executivo de 2013 do “Global Entrepreneurship Monitor”, que é um projeto iniciado em 1999 por meio de uma parceria entre a London Business School e o Babson College, hoje com a parceria do Sebrae e coordenação do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), sim, o Brasil é um país de empreendedores.

O projeto tem como objetivo compreender o papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico dos países e hoje se constituí no maior estudo em andamento sobre o empreendedorismo no mundo.

Vamos aos dados do perfil do empreendedor brasileiro:

• As mulheres são a maioria (52,2%). Na região Nordeste há um indicativo de uma pequena maioria de homens (50,9%);

• No Brasil e em todas as suas regiões, a faixa etária onde se observa a maior frequência desses empreendedores é a de 25 a 34 anos (33,1%);

• A maior parte dos empreendedores iniciais brasileiros (50,9%) apresenta níveis de escolaridade menor que segundo grau completo. Merece destaque a região Nordeste, onde 42,1% dos empreendedores iniciais possuem segundo grau completo;

• A grande maioria dos empreendedores iniciais brasileiros provem de famílias com até 4 pessoas (77,2%). Esse fato também se verifica em todas as regiões do país;

• A faixa de renda predominante é de menos de 3 salários mínimos (61,6%). Nas regiões Norte e Nordeste, esse percentual alcança 73,4 e 66,0%, respectivamente;

• A maioria dos empreendedores iniciais é natural da própria cidade (57,5%), aspecto que se repete em todas as regiões;

• O empreendedorismo responde por 20% do PIB brasileiro e 60% dos 94 milhões de empregos estabelecidos;

O estudo ainda afirma que as características recentes da economia brasileira, centrada no aumento do consumo de massa e no mercado interno, favorecem o aumento na quantidade dos empreendimentos, porém esses se caracterizam como sendo pouco inovadores, em atividades econômicas com pequenas barreiras de entrada e com baixa inserção internacional, particularmente de serviços.

Os resultados do GEM 2013 são bastante favoráveis ao empreendedorismo no Brasil. Com o aumento da taxa de empreendedores iniciais, estima-se que 40 milhões de brasileiros, entre 18 e 64 anos estejam envolvidos com a atividade empreendedora. Além disso, verificou-se também o aumento da proporção de empreendedores por oportunidade, o que reflete uma decisão mais planejada em relação à opção pelo empreendedorismo, aumentando a probabilidade de sucesso do negócio. O estudo revelou também que, pela primeira vez no Brasil, a proporção de mulheres empreendedoras superou a proporção de homens (52,2% contra 47,8%). Como oportunidades de melhorias, o estudo revelou os baixos percentuais de novidade nos produtos e serviços, além da baixa perspectiva de geração de empregos nos próximos cinco anos. Apesar disso, o empreendedorismo desfruta de uma excelente imagem no país, dado que a proporção de pessoas que consideram o empreendedorismo como uma opção de carreira é superior a 80%.

Fonte: administradores.com.br

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7 passos para legalizar sua empresa


Como legalizar uma empresa?

O empresário só tem noção da batalha que é empreender quando se depara com a notícia de que para dar início às suas atividades é preciso muito mais que um contrato social e um número de CNPJ. Para não ser pego de surpresa pela fiscalização, aqui vão algumas dicas:

1. Zoneamento


– verifique na prefeitura se a atividade que pretende instalar é permitida no local.

2. Planta do imóvel


– solicite ao proprietário do imóvel a planta previamente aprovada na prefeitura, pois ela será necessária no processo de obtenção do alvará de funcionamento.

3. Contrato de locação


– exija o contrato por escrito e com prazo determinado, preferencialmente de cinco anos. Ele será necessário na abertura da empresa.

4. Inscrições estadual e municipal


– dependendo da atividade, é necessário uma ou outra, ou ambas.

5. Laudo dos bombeiros


– é necessário ter um laudo permissivo do Corpo de Bombeiros para obtenção das licenças.

6. Licença de anúncio publicitário


em algumas cidades é necessário obter autorização ou obedecer a medidas específicas para colocação de placas.

7. Licenças específicas


verifique se a sua atividade requer autorizações específicas, seja de órgãos fiscalizadores como a Anvisa ou por órgãos de classe como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) ou CRO (Conselho Regional de Odontologia). Se preciso, é provável que haja requisitos a serem preenchidos, tais como qualificação técnica dos sócios ou equivalentes e layout do estabelecimento, entre outros.

Fonte: exame.abril.com.br

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Pensando em abrir uma empresa de prestação de serviços? Veja essas dicas

Se você está pensando em abrir uma empresa de prestação de serviços, precisa estar atento em alguns critérios existentes.

Toda empresa prestadora de serviços é de Natureza Jurídica (PJ), e as atividades que se ligam a ela win product key são baseadas no lucro obtido por meio de um trabalho exclusivo na prestação de serviços.

Quem pode abrir uma prestadora de serviços?

Qualquer pessoa especializada em uma área, pode montar uma empresa de prestação de serviços.

O profissional não precisa necessariamente ter um diploma, basta que possua alguma experiência que agregue valor a vida ou carreira de determinado (s) público (s) alvo (s).

Nesse sentido entrará:

  • Talento.
  • Habilidade.
  • E conhecimentos.

Ainda nesse contexto, os profissionais associados podem ser:

  • Técnicos em Informática
  • Eletricistas.
  • Cabeleireiros.
  • Consultores
  • Organizadores de eventos.
  • Técnicos em Manutenção Predial
  • Entre outros.

Podem também exercer profissões regulamentadas e que exigem graduação, tais como:

  • Médicos
  • Engenheiros
  • Dentistas
  • Advogados
  • Nutricionistas
  • Entre outros

O que é preciso para formalizar uma empresa de prestação de serviços?

1 – opção pelo regime tributário

  • Se o seu faturamento for abaixo de R$60.000,00/ano ou R$5.000,00/mês, a opção mais interessante é você se tornar um MEI (MIcroempreendedor Individual ), pois você terá uma carga tributária baixa e com valor pré-definido. No entanto, você deve consultar se o seu tipo de negócio pode ser enquadrado como MEI.
  • Se o seu faturamento for acima de R$ 60.000,00 por ano, a opção mais indicada é uma micro ou pequena empresa. Como micro ou pequena empresa você poderá optar por três tipos de regimes tributários: Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional. O mais vantajoso dos três, dependendo do seu faturamento é o Simples Nacional, porém, é interessante você sentar com seu contador para simular qual o melhor enquadramento tributário para o seu tipo de negócio e faturamento.

2 – Registro na Junta comercial e CNPJ

O empreendedor precisará fazer um registro nos órgãos competentes do município e estado ao qual está sediado.

E o que é preciso para registrar e abrir uma empresa prestadora de serviços?

  • Primeiro passo para abrir uma empresa de prestação de serviçoÉ importante ter um contador para maiores esclarecimentos e orientações quanto a consulta da viabilidade acheter viagra via REGIN, que se trata de um sistema de cadastro integrado, que centraliza as entradas de informações cadastrais das empresas nas: Junta Comercial, Receita Federal, Secretaria de Fazenda Estadual e Prefeituras Municipais. Por meio dela também é possível verificar a viabilidade da implantação da empresa.
  • Segundo passo para abrir uma empresa de prestação de serviço – Confecção do contrato social ou o chamado de Requerimento de Empresário (para o empreendedor que não possui sócio). É importante fazer o registro desses documentos na Junta Comercial do Estado ou Cartório. Para isso é preciso: dar entrada no CNPJ por meio do DBE, que é o Documento Básico de Entrada. Caso a empresa além de ser prestadora de serviços, comercializar mercadorias, a mesma vai precisar de inscrição estadual.
  • Terceiro passo para abrir uma empresa de prestação de serviço – Depois do deferimento ou liberação do seu contrato social, da inscrição estadual (se for o caso) e do CNPJ, é preciso providenciar o registro da empresa na prefeitura do seu município, para solicitação do alvará de funcionamento.

Os custos para a abertura da empresa, depende de cada município, por isso é sempre importante ter a consultoria de um contador. Depois que a empresa tiver com a inscrição municipal, ela já poderá funcionar regularmente.

Prazos de abertura de uma empresa de prestação de serviço

O prazo para abertura de uma empresa de prestação de serviço dependerá especificamente da agenda dos órgãos competentes. Portanto, pode haver uma variação de 5 a 25 dias úteis, a partir do registro feito na Junta Comercial e do Cartório.

Conclusão

O processo de formalização de uma empresa no Brasil, é um dos mais complicados do mundo, pois existem modelos diferentes de tributação, pois, dependendo do porte e de outros pontos, a empresa pode ser enquadrada em um perfil, já em outro não.

Por esse motivo, como você pode perceber, são muitos pontos para se avaliar, consultar, para então receber aprovação.

Se você tem o desejo de começar certo e não ter problemas com o negócio, podendo se desenvolver de maneira crescente e ajustada no mercado, o primeiro passo é estar ciente da regularidade de seu negócio e da tributação que precisa ser paga de maneira correta.

Diante do exposto, por causa da burocracia, taxas, porte, enquadramento tributário e muito mais, é bom você contar com um ótimo aliado para lhe ajudar a empreender: o Contador!

Consulte uma Assessoria Contábil especializada em empresas prestadoras de serviços, e você vai ver como pode ser vantajoso você formalizar sua empresa e ter muito sucesso no mundo dos negócios!

Nós podemos ser seus aliados!

Fonte: pereiraegoya.com.br

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6 profissionais que você deve consultar antes de abrir sua empresa

À medida que coloca seu negócio em prática, você deve considerar seriamente obter aconselhamento profissional. O momento de obter a opinião de especialistas é antes de você registrar a empresa, abrir uma conta bancária e começar a captar clientes. Mas com quem você deve falar? Confira a seguir uma lista de seis profissionais que você deve consultar em sua pesquisa durante a elaboração do plano de negócios.

Um advogado


Se você achava que advogados são úteis somente em processos, está na hora de mudar seus conceitos. Veja abaixo cinco maneiras específicas com que um advogado pode ajudar você a montar seu negócio.

  • Ajudar a decidir a melhor estrutura da empresa para proteger você de processos indesejados e de uma tributação pesada
  • Discutir obstáculos regulatórios e de licenciamento e aconselhar sobre como superá-los
  • Revisar e redigir contratos para proteger seus interesses
  • Aconselhar sobre as melhores estratégias de proteção de propriedade intelectual, incluindo marcas registradas e nomes de domínios
  • Pesquisar vantagens e desvantagens legais dos variados cenários com os quais você pode se deparar no início do seu negócio

Um contador

Assim como você deve consultar um advogado, é necessário procurar um contador antes de começar sua empresa. As cinco maneiras com que um contador pode oferecer consultoria sobre seus planos iniciais incluem:

  • Trabalhar com seu advogado para estabelecer a estrutura de negócio certa para minimizar seus impostos e maximizar o potencial de lucro
  • Verificar seus números para ajudar você a chegar ao melhor nível de preços
  • Aconselhar sobre as melhores práticas de contabilidade para sua situação.
  • Ajudar na configuração do sistema de registro para facilitar a geração de relatórios financeiros
  • Ensinar como analisar demonstrativos financeiros a fim de tomar decisões de negócios melhores em longo prazo

Um gerente de banco


Fale com seu advogado e seu contador primeiro, mas você precisará conversar com um gerente de banco que entenda de contabilidade empresarial. Veja a seguir algumas das maneiras práticas com que um gerente de banco pode ajudar você a começar seu negócio:

  • Revisar seu plano de negócios para ajudar você a evitar possíveis armadilhas
  • Aconselhar você sobre o processo de obtenção de um empréstimo e/ou crédito
  • Analisar as tendências financeiras do setor da sua empresa e fornecer uma visão geral de como elas podem afetar seu negócio
  • Ajudar a definir os instrumentos financeiros adequados para que você possa gerenciar melhor suas finanças
  • Trabalhar com você para calcular projeções do seu ponto de equilíbrio e de fluxo de caixa

Um editor de publicação especializada


Esta pode parecer uma estranha adição a esta lista, mas é uma boa ideia saber se o setor tem uma publicação especializada. Editores desses veículos são excelentes fontes de informações sobre

  • Tendências atuais do setor
  • Informações sobre concorrentes
  • Novas leis e regulamentações que afetarão sua empresa
  • Novas tecnologias
  • Oportunidades de mercado que ninguém deve ter notado

Seu mentor


Se tem um mentor, essa pessoa provavelmente conhece o suficiente para ajudar você a ver possíveis armadilhas do plano de negócios. Não só isso, mas seu mentor pode oferecer uma visão geral de seus pontos fortes e fracos, o que pode ajudar você a conduzir sua nova empresa no caminho certo.

Possíveis investidores


Antes de pedir dinheiro a um investidor, inclua essa pessoa no processo de planejamento. Uma maneira de fazer isso é convidá-la para participar de um comitê diretor ou da sua diretoria. Incluir as ideias do investidor desde o início aumenta exponencialmente suas chances de obter financiamento. De qualquer maneira, um possível investidor pode dizer por que seu negócio é um investimento de risco.

Muitos planos de negócios pecam por falta de orientação apropriada e bom aconselhamento. Fale com profissionais experientes antes de começar. Você verá os resultados mais tarde.

Fonte: quickbooks.com.br

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Como a contabilidade pode ajudar seu negócio

A contabilidade é uma ferramenta indispensável para os empresários gerirem o seu negócio.Através dos registros contábeis, o empresário conhecerá diversas informações, como: os custos da sua empresa, o giro de capital, o giro do estoque, a carga tributária e uma série de informações úteis para o planejamento e gerenciamento da empresa, de forma que com visão empreendedora, o negócio se desenvolva, cresça e gere empregos e rendimentos para o empresário.

A grande maioria dos empresários desconhece a importância e as informações disponibilizadas pela contabilidade, e com isso acabam perdendo o arsenal de dados existentes na contabilidade.

Por isso, a contabilidade consiste em uma poderosa ferramenta que apresenta grande importância, disponibilizando inúmeros dados para o empreendedor gerir o seu negócio e fazer com que o mesmo se desenvolva e se mantenha forte e saudável financeiramente no mercado em que atua.

O empreendedorismo e a contabilidade

Para que uma empresa tenha sucesso no mercado, é necessário que o empresário ou empreendedor tenha boas ideias, o capital para abrir o empreendimento, ação empreendedora e força de vontade aliada com a determinação para tocar o negócio.

De uma maneira geral, o empreendedorismo está associado as pessoas que abrem suas empresas com o objetivo de serem seus próprios patrões, o que não deixa de ser verdade, pois o empreendedorismo é toda ação que visa criar algo novo, e a abertura de empresa pode ser tido como o novo que está surgindo. Mas, muitos dos empreendedores mergulham nessa aventura sem muito conhecimento e precisam de ajuda para construir e desenvolver as suas empresas.

E para isso ocorrer, existe uma figura de grande importância: o trabalho do contador. O contador está ligado a empresa desde a sua abertura, e através dos registros contábeis gerará uma série de informações sobre a empresa que podem ser usadas para o seu crescimento.

Através das informações geradas pelo contador, o empreendedor terá condições de conhecer melhor o seu negócio, e desta maneira ter uma melhor gestão de forma que o empreendimento seja lucrativo e permaneça por muito tempo na área em que atua.

Por isso, é de grande importância que o empresário crie uma relação de confiança com o seu contador, de forma que este conheça a visão estratégica e gerencial da empresa e que os registros contábeis venham ser aliados do empreendedor no crescimento de sua atividade. A análise contábil permitirá que o empreendedor conheça o seu negócio por completo: encargos e tributos incidentes, necessidade de capital de giro, fluxo de caixa, lucratividade e etc.

É de grande importância obter o maior número de dados sobre o empreendimento, pois, muitas vezes, uma empresa possui uma vida útil relativamente pequena (em média dois anos), pois uma série de problemas se acumula (falta de clientes, falta de capital de giro, problemas de ordem financeira e etc.), e a contabilidade é uma ferramenta extremamente útil para combater e a vencer esses problemas e ajudar o empreendedor a desenvolver o seu negocio através do planejamento financeiro, planejamento fiscal, organização da empresa, formação de preço de venda e etc.

A contabilidade apresentará sempre o histórico da empresa, isto é, informações do que ocorreu, no entanto, através da análise desses dados, o empresário pode projetar situações e resultados que permitirão visualizar o futuro e desta maneira trabalhar para o bom desenvolvimento da empresa no dia a dia.

Sendo assim, a contabilidade precisa ser vista e tida pelos empreendedores como uma ferramenta de gestão e não como um gasto. São muitos os casos em que os empresários não possuem ou até mesmo desprezam as informações contábeis, perdendo a oportunidade de ter informações de relevância gerencial e de contar com o auxílio e a experiência do seu contador na gestão do empreendimento.

Texto confeccionado por: Jeniffer Elaina
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Como escolher um bom escritório de contabilidade

 

Você está com dúvidas sobre como escolher um escritório de contabilidade para a sua empresa? Então saiba quais são os principais pontos a considerar.

Como nem todo escritório oferece o mesmo tipo de serviço, fazer uma boa pesquisa é fundamental. É preciso buscar referências, avaliar valores e os serviços oferecidos, entre outros.

Para saber mais detalhadamente a respeito disso, confira o que você precisa avaliar ao escolher um escritório de contabilidade. Vamos lá!

1. Recomendações

Jamais feche com um escritório de contabilidade sem antes saber o que outras empresas que já trabalham com ele pensam a respeito do serviço oferecido. Isso pode ser feito de duas maneiras:

Pela indicação de outros empresários

Nesse caso, você pode tomar como ponto de partida para a sua busca a recomendação de profissionais conhecidos. Assim, procure consultar aqueles que têm conseguido espaço no mercado. Certamente o escritório contábil com quem trabalham ajudou muito nesse sucesso. Não vá atrás de conselhos de quem enfrenta dificuldades porque é isso o que você quer evitar.

Por conta própria

Caso você prefira pesquisar por conta própria até chegar ao escritório de contabilidade mais interessante para a sua empresa, ao encontrar um pode pedir dados de contato dos clientes que esse escritório já possui. Assim, você pedirá referências e até mesmo algumas sugestões. Procure conversar, principalmente, com empresas que atuam no mesmo ramo.

Online

Se você busca autonomia, maior participação no processo contábil e uma comunicação rápida com o seu contador, essa é a melhor opção para a sua empresa.

Você pode pesquisar quais plataformas de contabilidade online atendem o seu município, sua atividade e oferecem serviços compatíveis com o seu orçamento.

2. Registros

Todo contador que atua profissionalmente precisa estar registrado no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Assim, ele possui um número de inscrição que pode ser conferido na unidade do seu estado.

Sempre que você considerar a contratação de um escritório contábil, procure verificar se o profissional responsável está em dia com o CRC. Sua atividade é regulamentada por lei e, sem isso, a atividade não pode ser exercida.

3. Gastos

É preciso que os gastos que a sua empresa fizer com serviços contábeis caibam dentro do seu orçamento. Entretanto, quando se conta com um escritório competente, é possível reduzir custos e transformar gastos maiores em investimentos. Para tanto, é preciso considerar a relação custo/benefício.

Avalie então o que a sua empresa precisa em termos de qualidade de serviços, demanda e benefícios. Compare isso com o que o escritório poderá trazer para ela. Dependendo da sua necessidade, você pode precisar de profissionais com conhecimentos específicos. Existem escritórios que oferecem serviços especializados para questões trabalhistas, aberturas de empresas, entre outros.

Nesse caso, é preciso considerar o que realmente importa no seu empreendimento. Um escritório que não ofereça serviços específicos pode até cobrar mais barato, mas dificilmente terá condições de contribuir com o crescimento de sua empresa da maneira ideal.

4. Infraestrutura

Uma simples visita ao escritório que pretende contratar pode ajudá-la a conhecer melhor o ambiente. Nesse caso, avalie se a quantidade de funcionários parece compatível com a carga de trabalho que a sua empresa vai exigir deles. Conheça esses funcionários para saber se o clima da organização é positivo. Ambientes pesados podem comprometer o trabalho em equipe.

Fatores como organização, tecnologia, entre outros, também devem ser levados em conta. Escritórios que ainda não se modernizaram podem encontrar dificuldades para lidar com questões como o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que foi criado justamente com o pressuposto de modernizar a maneira de as empresas cumprirem suas obrigações.

5. Atendimento

Outro elemento fundamental a ser analisado é o atendimento. Em tempos modernos, quanto mais rápido a empresa conseguir responder a seus clientes, melhor. E isso diz respeito também a escritórios de contabilidade.

Assim, uma dica simples e que você pode colocar em prática desde já é acessar os canais de comunicação do escritório que pretende contratar e verificar se eles funcionam bem: telefone, email, redes sociais, entre outros.

É importante verificar se a equipe é cuidadosa nesse quesito, pois no dia a dia você poderá precisar desse cuidado para obter retornos úteis em caso de dúvidas ou necessidades imediatas. Disponibilidade para atender, cordialidade para se comunicar e qualidade na hora de transmitir informações são fundamentais para um escritório de contabilidade que mantém clientes por muitos anos.

Por isso, a maioria deles investe em treinamento para criar padrões de comportamento. Verifique se os profissionais que você pretende contratar oferecem isso.

6. Logística do escritório de contabilidade

Acredite: você não vai querer passar o tempo todo pensando no seu escritório de contabilidade depois de fechar negócio. Nesse sentido, o ideal é que você se relacione com a equipe somente em reuniões periódicas ou em caso de necessidades ou dúvidas pontuais, ou seja, o mínimo possível.

Quando você não passa muito tempo em contato com os profissionais do escritório, significa que tudo está correndo bem. Nesse caso, procure avaliar se o escritório está bem equipado para lidar com questões burocráticas, de maneira que o fluxo de documentos não seja tão grande.

Soluções tecnológicas, nesse sentido, são um grande diferencial. A integração de dados eletrônicos com o sistema de sua empresa deve ser adotada. Tudo isso facilita a gestão de tempo e demonstra eficiência.

7. Relatórios

Para que contribua de forma decisiva com a gestão da sua empresa, cabe ao escritório contábil fornecer relatórios de qualidade para facilitar suas tomadas de decisão. Isso deve ser feito constantemente, de preferência a cada mês, de maneira que você tenha um parâmetro seguro sobre o andamento do seu negócio.

Assim, procure saber com outros clientes e com o próprio escritório como é feito o trabalho com relatórios, folha de pagamento, demonstrativos de tributos pagos, balancetes, entre outros. Perceber que eles são compreensíveis já é de grande valia para que você possa se sentir seguro ao fechar negócio.

8. Segmentação

Por fim, é preciso verificar se o escritório que se propõe prestar o serviço à sua empresa está capacitado para lidar com o seu segmento em específico. Alguns escritórios concentram-se em determinados nichos de mercado, portanto, é preciso ficar de olho se as soluções são compatíveis com os interesses da sua empresa.

Muitas vezes é válido considerar a contratação de um escritório especializado quando ele atua exatamente no seu segmento. Em outras, é melhor contar com os serviços de um escritório tido como generalista, ou seja, que contempla todos os ramos de atividade. Depende de cada caso.

 

Fonte: https://saiadolugar.com.br

Contabilidade de custos, qual a importância para o meu negócio?

A contabilidade de custos te ajuda a responder muitas perguntas que aparecem diariamente na sua empresa.

Alguns exemplos: é possível dar aquele desconto para um cliente fiel? Se for, qual o máximo de desconto possível em cada item da venda para que ainda haja lucro?

E mais: quantos itens de um determinado produto você tem que vender mensalmente para que ele seja realmente lucrativo? Há produtos que você deveria deixar de comercializar por serem caros de produzir se comparados com o preço final?

Neste artigo vamos te mostrar a melhor maneira de responder a essas perguntas e ainda ter um controle de custos muito melhor, produzindo e vendendo os produtos certos pelo preço certo. Acompanhe até o final:

O que é contabilidade de custos

A palavra “custo”, no vocabulário das empresas, não quer dizer a mesma coisa que gastos ou despesas.

Toda vez que você ler essa palavra escrita aqui, saiba que nos referimos ao dinheiro que você gasta para produzir aquilo que vende.

Assim, se você é dono de uma fábrica de roupas, por exemplo, você usa máquinas e ferramentas na fabricação e precisa de matéria-prima (tecidos e tinta, entre outros).

As máquinas, por sua vez, gastam energia elétrica para produzir a roupa, então sua conta de luz também é um custo.

Por outro lado, se você tem funcionários para manter um site, alguém que trabalha na parte de marketing, vendas online ou divulgando sua marca nas redes sociais, o valor que paga a eles não é um custo e sim um gasto.

Eles te ajudam a vender o seu produto, mas não atuam na produção dele.

E a contabilidade de custos nada mais é do que uma forma de conhecer e ter controle sobre os custos de produção de cada item que você vende, racionalizando-os e tomando as melhores decisões para ganhar o máximo nas vendas, gastando o mínimo.

Por que fazer

A contabilidade de custos não serve apenas para ter na ponta da língua a resposta para as perguntas que fizemos no início deste texto.

Ela é, também, uma forma importante de acompanhar a evolução contábil do seu negócio.

Afinal, o seu produto é uma espécie de termômetro da empresa como um todo: se o valor que você cobra por ele aumenta e as vendas se mantêm, bom sinal. As pessoas reconhecem a qualidade e acham justo pagar mais.

Ou então, se você tem vendido cada vez mais e, por isso, pode baixar o preço final — o que significa que a produção se tornou relativamente mais barata por causa da quantidade — isso é outro indício de que as coisas vão bem.

Com o passar dos anos, você pode comparar esses números e, a partir deles, ter um diagnóstico preciso da evolução patrimonial, financeira e contábil da sua empresa.

Quais são os tipos de custos

Agora que você já sabe que os custos são o que você gasta na produção daquilo que vende, vamos entender melhor as categorias em que eles podem ser divididos:

Custos diretos

Esses são os mais fáceis de identificar. Na loja de roupas que usamos como exemplo, o tecido e a tinta seriam custos diretos. Isso porque eles têm uma relação direta com o produto.

Quanto mais roupas você produzir, aliás, maior será o seu gasto com esses itens. Por esse motivo, os custos diretos podem ser chamados também de custos variáveis.

Custos indiretos

Os custos indiretos são gastos que você tem com o seu produto, mas que não se relacionam diretamente com ele.

Por exemplo: se você tem um funcionário que supervisiona cada etapa da produção das roupas, o salário dele é um custo indireto.

Mesmo que a produção diminua ou aumente, o pagamento dele permanece o mesmo – claro, se você paga comissão, ela não entra aqui.

Como os custos indiretos não variam com o aumento e diminuição da produção, eles costumam ser chamados também de custos fixos. Outro bom exemplo deste tipo é o aluguel.

Como fazer essa contabilidade

Prepare papel e caneta, pois agora vamos te ensinar um passo a passo para fazer a sua contabilidade de custos.

Para que tudo fique bastante concreto, vamos realizar esse cálculo utilizando o exemplo da loja de roupas de que falamos anteriormente.

Imagine que você é o proprietário dessa loja e que ela só produz camisas.

É claro que esse exemplo é absurdo, pois lojas de roupas produzem vários itens como calças, meias, luvas, etc. Mas a ideia é simplificar a conta para que você a entenda bem e possa aplicar nos outros itens, numa situação real.

Pois bem: como saber se vale mesmo a pena produzir esse item?

Liste todos os custos

A primeira etapa da contabilidade de custos é saber tudo que você gasta para produzir suas camisas. Seja bem detalhista e não tenha pressa.

Uma dica para não esquecer nada é ficar uma semana ou um mês inteiro com um caderninho na mão, anotando todos os custos que aparecerem. É uma tarefa cansativa, mas que só será feita uma vez.

Suponhamos que esta seja a sua lista:

  • Aluguel: R$2.000
  • Conta de luz: R$1.000
  • Conta de água: R$300
  • Salário do funcionário: R$2.000
  • Matéria-prima (tecidos, tinta, linha de costura etc): R$5.500
  • Depreciação (máquinas que dão defeito pelo uso ou ferramentas que se desgastam e precisam ser trocadas): R$400

Separe os custos diretos

Muito bem. Da sua lista de custos, quantos são diretos? Lembre-se da melhor forma de fazer essa diferenciação: os custos diretos sempre vão aumentar ou diminuir proporcionalmente à quantidade de camisas que você produzir.

No nosso exemplo, são estes:

  • Matéria-prima: R$5.500
  • Conta de luz (quanto mais tempo as máquinas ficarem ligadas, maior a sua produção e maior a conta de luz, por isso esse custo é direto): R$1.000
  • Depreciação: R$400

Custos diretos totais: R$6.900

Compare o custo direto com o preço de venda

Vamos supor que você venda 200 camisas por mês e que cada uma custe R$80. Isso significa que o seu faturamento é de R$16.000 mensais (R$80 x 200 = R$16.000).

Agora, vamos calcular a sua Margem de Contribuição. Ela é simples de calcular e é um dado muito importante para a contabilidade de custos. Sua fórmula é simples:

RECEITA – CUSTO DIRETO = MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

Ou seja: R$16.000 – R$6.900 = R$9.100.

Pronto. Agora você sabe que tem uma receita mensal de R$16.000 e o seu custo direto mensal é de R$6.900. E também sabe que a sua margem de contribuição é de R$9.100.

Ou seja, você tem um faturamento maior do que o custo direto para aquele item, o que é ótimo.

Se não fosse assim, esse já seria o primeiro erro constatado na sua contabilidade de custos. Afinal, se o faturamento é baixo e o custo direto alto, significa que a sua margem de lucro é baixa. E ainda nem incluímos os custos indiretos.

É isso que vamos fazer agora:

Custo indireto, custos totais e ponto de equilíbrio

Estes são os seus custos indiretos:

  • Aluguel: R$2.000
  • Conta de água: R$300
  • Salário do funcionário: R$2.000

Custo indireto total: R$4.300.

Somando os custos diretos e indiretos você tem o seu custo total, que é de R$11.200 (R$6.900 + R$4.300 = R$11.200).

O último valor que é interessante saber é o ponto de equilíbrio. O ponto de equilíbrio é quanta mercadoria você deve vender apenas para pagar os seus custos. Ele é calculado assim:

CUSTO INDIRETO / (RECEITA – CUSTO DIRETO) x 100 = PONTO DE EQUILÍBRIO

No nosso exemplo ficaria assim:

R$4.300 / (R$16.000 – R$6.900) x 100

Uma vez que o resultado deve ser uma fração ou uma porcentagem, o valor do seu ponto de equilíbrio seria de 47,25%.

Ou seja, menos da metade das suas 200 camisas (mais precisamente 94,5 camisas ou R$7.560, se fizer questão de precisão absoluta) devem ser vendidas num mês para que você não tenha prejuízo.

Como dissemos, simplificamos ao máximo esse cálculo para que ele ficasse mais fácil de compreender.

A ideia é que você o aplique a cada um dos produtos que vende (use como custo direto apenas aquilo que é gasto para produzir cada produto) e você terá a contabilidade de custos completa da sua empresa.

Conclusão

Calculando assim, você sabe exatamente quanto cada produto representa para a sua empresa em vendas e receita. E é possível evitar aqueles itens cujo preço final é baixo se comparado com o preço de produção.

E também precificar melhor, já que agora entende o valor que deve estar embutido em cada unidade que produz.

Junte esses números durante alguns anos e você vai saber muito bem como a inflação incidiu sobre suas vendas, como o preço da matéria-prima oscilou e se isso influiu negativamente no seu preço final, ao longo do tempo.

Se for detalhista e disciplinado na sua contabilidade de custos sua empresa, ainda que pequena, vai tomar as decisões certas, usar bem os recursos e conquistar um lugar de destaque no segmento em que se insere!

Fonte: https://saiadolugar.com.br/

Tudo o que você precisa saber sobre REFORMA TRABALHISTA

 

A reforma trabalhista está promovendo mudanças significativas no regime de contratação. Veja aqui como essas alterações interferem na relação de pequenas empresas com seus empregados.

Recentemente o congresso aprovou uma ampla reforma trabalhista. As mudanças foram sancionadas pelo presidente Michel Temer no último dia 13 de julho, e entram em vigor a partir de novembro — que é quando termina o prazo legal de 120 dias para a implantação do novo dispositivo.

A ideia é a de que, até lá, empregadores e empregados entendam bem o que muda de fato, seja em contratos novos ou em contratos já firmados. Como já existem muitos conteúdos tratando das alterações sob o viés das grandes empresas, este artigo é para orientar você, empreendedor(a), que é responsável por uma startup ou por uma scale-up (empresa de crescimento contínuo).

Afinal, a reforma traz mudanças que vão impactar diretamente a sua operação. E é fundamental que você as conheça para tirar o melhor proveito delas.

O que muda para as pequenas empresas?

O fato é que não há, na reforma, uma distinção entre portes de empresas. Mas o que resulta proveitoso para quem é responsável por um pequeno negócio é algo que, de certa maneira, é proveitoso para todos: a flexibilização de forma. Você deve ter ouvido críticas a respeito dessa flexibilização, de como ela implica a revogação de determinados direitos dos trabalhadores. Mas isso é equivocado: o que muda é a forma como esses benefícios serão assegurados, que comporta uma variação que antes não existia.

A meu ver, a flexibilização é especialmente benéfica para pequenas empresas. Para o modelo de negócio que está em desenvolvimento, a inflexibilidade era um tremendo desafio. O modelo de contrato era muito rígido e universal; uma grande empresa tem mais recursos para se ajustar a regras que não são tão favoráveis. Mas o empreendedor era muito mais sensível.

Por exemplo: a compensação de jornada de trabalho. Agora, há a possibilidade da compensação em regime de banco de horas individual ser feita em até 6 meses (antes só poderia ser semanal). Isso significa que o pequeno empreendedor tem a possibilidade de fazer um banco de horas sem ter que depender de sindicato para o qual nem sempre uma pequena empresa será prioridade. A pequena empresa pode conseguir acordo de compensação de jornada mediante um acordo individual, o que é muito mais dinâmico e eficaz. A questão do trabalho remoto também foi abordada: até hoje não havia regulamentação específica, o que causava dúvidas e insegurança, e agora há uma regulamentação específica.

Outro desafio que a legislação antiga para o empreendedor dizia respeito à contratação de executivos. Era muito difícil para empresas de menor porte competir com as grandes multinacionais nesse campo. Mas, agora, há uma série de dispositivos novos que possibilitam a autonomia de vontade em certos contratos de trabalho — podendo haver até cláusula de arbitragem. Isso proporciona maior amplitude de negociação entre empresas e empregados — o que também beneficia os empreendedores.

Enfim, de modo geral, a flexibilização concede, ao pequeno empreendedor, maiores possibilidades de conferir eficiência à gestão a partir da força de trabalho.

O QUE MUDA EM QUESTÕES COMO FÉRIAS, BANCO DE HORAS, JORNADA DE TRABALHO, IMPOSTO SINDICAL E HOME OFFICE?

Vamos lá!

Férias

Regra atual: Fracionamento das férias limitado a casos excepcionais, no máximo em dois períodos, nenhum dos quais pode ser inferior a 10 dias e não sendo permitido o fracionamento para empregados menores de 18 ou maiores de 50 anos.

Nova regra: Institui que férias poderão ser fracionadas em até três períodos. Um período de no mínimo 14 dias, e nenhum período inferior a cinco dias. Menores de 18 anos e maiores de 50 podem fracionar férias. Veda o início das férias no período de dois dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado.

Banco de horas

Regra atual: É obrigatória a negociação com o sindicato, limitada a um período de no máximo 12 meses.

Nova regra: A negociação ocorre por acordo individual escrito com o empregado, limitado ao prazo máximo de seis meses. A negociação com o sindicato permanece, limitado ao prazo de 12 meses. Horas extra habituais não descaracterizam o banco de horas.

Jornada de trabalho

Regra atual: Possível mediante negociação com o sindicato.

Nova regra: Pode ser negociada diretamente com o empregado.

Contribuição sindical

Regra atual: Obrigatória e equivalente a 1 dia de salário por ano

Nova regra: Estabelece que as contribuições sindicais dos empregados passarão a ser voluntárias mediante autorização expressa do empregado. E que a contribuição sindical da empresa também será opcional.

Trabalho remoto/home office

Regra atual: Não há previsão legal.

Nova regra: Regulamenta a atividade como trabalho predominantemente fora das dependências do empregador. Estabelece contrato escrito. Institui que a responsabilidade pelo fornecimento e manutenção de equipamentos de TI e pelo reembolso de despesas do empregador ao empregado deve ser definida no contrato escrito. Estabelece a possível a mudança de sistema (presencial para home office e vice-versa) por mútuo acordo ou, no caso de mudança do sistema de home office para presencial, por imposição do empregador.

Falando sobre acordo sindical: o que muda de fato?

A principal mudança proposta pela reforma é a revogação do imposto sindical. Isso acabou. Mas o mecanismo pelo qual a negociação ocorre permanece o mesmo. Não há uma mudança jurídica nas relações sindicais. Os sindicatos continuam “valorizados”, porque determinados acordos dependem deles.

As negociações continuam do mesmo modo que sempre foram. Continua existindo a convenção coletiva, estabelecida entre entidades patronais e sindicatos que se reúnem a cada ano para ao menos discutir reajuste salarial. As determinações incluem todos os trabalhadores de um determinada atividade em um determinado território e as empresas dentro do mesmo contexto.

Mas com a reforma ganha relevo, também, o acordo coletivo, estabelecido entre uma empresa e um sindicato. O que é benéfico aos empreendedores.

Tome, como exemplo, o setor de tecnologia. Temos startups e pequenas empresas, e as grandes: é o mesmo sindicato que representa todos os trabalhadores. É muito difícil imaginar que esses trabalhadores tenham todos as mesmas necessidades. Haverá necessidades de cláusulas de contrato que interessam mais a grandes empresas, outras a menores.

Assim, o acordo coletivo permite que uma determinada empresa vá ao sindicato apresentar uma necessidade (banco de horas, por exemplo). Esse acordo pode ser feito entre a empresa e o sindicato.

O desafio da relevância nas negociações com sindicatos

Uma consideração que eu gostaria de fazer diz respeito à relevância das pequenas empresas nessa negociação com sindicatos. É uma questão delicada: como o pequeno empresário com dez empregados se torna tão relevante quanto uma empresa com muito mais empregados? O impacto social de um acordo coletivo é maior do que aquele com poucos.

Fica a impressão de que, embora o pequeno empreendedor possa ir diretamente ao sindicato, seja mais provável que ele ainda vá “de reboque” nas convenções. Assim sendo, uma alternativa interessante é o acordo de compensação individual de 30 dias ou o banco de horas individual.

De que forma os empreendedores podem se beneficiar com essas mudanças?

O empreendedorismo se beneficia na medida em passa a poder ajustar o contrato de trabalho à sua realidade de negócio. A reforma corrige uma extemporaneidade, que era o pressuposto de que todos os negócios são iguais, ou de que todos os empregadores têm os mesmos desafios.

Assim, a grande virtude da reforma é permitir algumas customizações do contrato. Flexibilizar, nesse caso, não implica perda de direitos. O que muda é como isso será definido.

Fonte: https://endeavor.org.br

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